A Política no nosso País, tal como se vem praticando, caiu em descrédito, está em declínio e não é mais sustentável, pelo que tem os dias contados.
No Poder Autárquico o oportunismo, o compadrio, o uso da causa pública de forma indevida, associados à falta de transparência nas decisões tomadas, têm vindo a minar a credibilidade dos eleitos e a confiança que os eleitores neles depositaram.
A questão que se coloca é saber o que substituirá esta velha política, ou seja, o que fazer.
Porque o 25 de Abril é imperdível, já lá vão 34 anos, e porque o queremos manter vivo, só há uma resposta admissível: uma nova maneira de fazer política, dentro do quadro democrático.
Ora, essa nova maneira de fazer política, só pode ser posta em prática por pessoas que vejam a política como um serviço público.
Essa Nova Política, alicerçada em valores e causas, tem que encarnar níveis imaculados de exigência ética no exercício de cargos públicos.
Essa Nova Política tem que garantir Propostas Alternativas por parte de quem quer exercer o poder, promovendo o debate de ideias.
Essa Nova Política tem que promover o combate às desigualdades sociais porque o fosso entre ricos e pobres é cada vez maior, colocando-nos na cauda da Europa.
Essa Nova Política tem que saber dar voz aos cidadãos, saber incorporar novas dimensões de participação dos cidadãos, de modo que tenha em conta a sua opinião.
Essa Nova Política tem que utilizar uma linguagem pura e simples e sem demagogias – uma linguagem de verdade.
Essa Nova Política tem de honrar o que se apregoa, cumprir as promessas, ouvindo os cidadãos e, principalmente, saber interpretar os seus justos anseios.
Cidadãos Independentes Pela Amadora